Simplesmente marie: capitulo 4 - um prólogo do fim
Dois meses depois da noite de amor :
Durante dois meses Marie sobreviveu fazendo pequenos subornos a seu antigo chefe e recebia ajuda de Richar, seu novo namorado. Seu apartamento era mantido limpo, paece algo simples .... mas não para Marie, sua vida havia dado um giro incrível e sua cabeça estava ocupada apenas com a história que vivia naquele momento. Pena que a vida é uma caixinha de surpresas, e Marie felizmente ainda não sabia o que aconteceria dentro de algum tempo .... tempo esse que faria sua vida valer bem mais apenas, que faria dela uma verdadeira brincadeira sofredora ambulante. Mas enfim ..... vamos avançar dois meses no tempo e começar com toda a brincadeira de chegar no fim.
Marie estava deitada no sofá, que estava no lugar novo, Richard havia a ajudado a trocar a sala de lugar, conseguindo mais espaço livre. Deitada ela contemplava a janela que dava para a rua, enquanto o sol subia pelo prédio da frente e a luz começava a fugir daquele lugar, deixando apenas o som do feijão na pressão dentro da panela. Aqueles dois meses haviam sido os melhores momentos da vida de Marie, ela viveu coisas que nunca pensou em viver, tinha certeza que morreria feliz se tivesse um fulminante ataque do coração. Marie estava feliz, e é apenas isso que a fazia seguir em frente, caminhar em direção das malditas coisas que ela sabia que teria de viver, e ela sabia disso, não sabia como sofreria mas sabia que tinha muitas pedras no caminho.
O sol havia ido todo embora, agora apenas a escuridão tomava conta do lugar, a escuridão e o barulho da panela de pressão. Marie escutava seus vizinhos rindo, por mais que estivesse feliz Marie não rio dentro dos dois meses, pelo menos ela não se lembrava. Marie não era de rir, pelo menos ela nunca havia reparado que estava rindo, mas ela tem quase certeza que realmente nunca riu.
O telefone começou a tocar. Ela deixou que tocasse quatro vezes, para testar a insistência de quem estivesse na linha, até que se levantou e tirou o telefone da base:
- Alô ? Marie? – a voz de Richard se fazia perceptível.
- Oi Rich ..... por que esta me ligando? Por que não vem aqui em casa? Eu estou acabando de cozinhar feijão, podemos jantar aqui.
- Hoje não da Marie, eu estou fora da cidade e preciso te contar uma coisa – o silêncio se fez durante uns cinco segundos.
- Pois então conte Rich .... mas aonde você esta?
- Marie .... eu tenho aids, fiquei sabendo em um exame de rotina ontem pela manhã.
- Como assim Rich? Não estou entendendo, mas a quanto tempo?
- Pelos exames a mais ou menos dois anos Marie ...
Marie sabia que Rich continuava no telefone, mas parece que na sua cabeça um letreiro néon amarelo com verde limão piscava sem parar: AIDS ..... HIV ...... AIDS
Marie desligou o telefone, ela não sabe se desligou na cara de Rich, mas sabia que se houvesse feito tal coisa, ele teria entendido. Foi até a panela e parou a pressão do feijão.
Ela se deitou na cama e fechou os olhos ....
Durante dois meses Marie sobreviveu fazendo pequenos subornos a seu antigo chefe e recebia ajuda de Richar, seu novo namorado. Seu apartamento era mantido limpo, paece algo simples .... mas não para Marie, sua vida havia dado um giro incrível e sua cabeça estava ocupada apenas com a história que vivia naquele momento. Pena que a vida é uma caixinha de surpresas, e Marie felizmente ainda não sabia o que aconteceria dentro de algum tempo .... tempo esse que faria sua vida valer bem mais apenas, que faria dela uma verdadeira brincadeira sofredora ambulante. Mas enfim ..... vamos avançar dois meses no tempo e começar com toda a brincadeira de chegar no fim.
Marie estava deitada no sofá, que estava no lugar novo, Richard havia a ajudado a trocar a sala de lugar, conseguindo mais espaço livre. Deitada ela contemplava a janela que dava para a rua, enquanto o sol subia pelo prédio da frente e a luz começava a fugir daquele lugar, deixando apenas o som do feijão na pressão dentro da panela. Aqueles dois meses haviam sido os melhores momentos da vida de Marie, ela viveu coisas que nunca pensou em viver, tinha certeza que morreria feliz se tivesse um fulminante ataque do coração. Marie estava feliz, e é apenas isso que a fazia seguir em frente, caminhar em direção das malditas coisas que ela sabia que teria de viver, e ela sabia disso, não sabia como sofreria mas sabia que tinha muitas pedras no caminho.
O sol havia ido todo embora, agora apenas a escuridão tomava conta do lugar, a escuridão e o barulho da panela de pressão. Marie escutava seus vizinhos rindo, por mais que estivesse feliz Marie não rio dentro dos dois meses, pelo menos ela não se lembrava. Marie não era de rir, pelo menos ela nunca havia reparado que estava rindo, mas ela tem quase certeza que realmente nunca riu.
O telefone começou a tocar. Ela deixou que tocasse quatro vezes, para testar a insistência de quem estivesse na linha, até que se levantou e tirou o telefone da base:
- Alô ? Marie? – a voz de Richard se fazia perceptível.
- Oi Rich ..... por que esta me ligando? Por que não vem aqui em casa? Eu estou acabando de cozinhar feijão, podemos jantar aqui.
- Hoje não da Marie, eu estou fora da cidade e preciso te contar uma coisa – o silêncio se fez durante uns cinco segundos.
- Pois então conte Rich .... mas aonde você esta?
- Marie .... eu tenho aids, fiquei sabendo em um exame de rotina ontem pela manhã.
- Como assim Rich? Não estou entendendo, mas a quanto tempo?
- Pelos exames a mais ou menos dois anos Marie ...
Marie sabia que Rich continuava no telefone, mas parece que na sua cabeça um letreiro néon amarelo com verde limão piscava sem parar: AIDS ..... HIV ...... AIDS
Marie desligou o telefone, ela não sabe se desligou na cara de Rich, mas sabia que se houvesse feito tal coisa, ele teria entendido. Foi até a panela e parou a pressão do feijão.
Ela se deitou na cama e fechou os olhos ....
