Sepultamento de ferro retorcido
Felipe durante
“Bom, poderia ser pior. Vou chegar alguns dez minutos atrasado, eles vão me espera com certeza, já que sou eu que começo o trabalho”.
Realmente o ônibus dava algumas voltas a mais, entrava em algumas ruas e passava por algumas praças que Felipe nunca havia visto. O ônibus estava encomodávelmente cheio, e ele foi obrigado a sentar ao lado de alguém, de um homem vestido formalmente, escutando música. Felipe nunca gostou de chegar muito perto das pessoas, achava essa proximidade um pouco assustadoura, e sentia vergonha de estar dentro de um ônibus com tantas pessoas. Seu ônibus sempre havia espaço para distâncias. Além das voltas dentro da cidade, aquele ônibus ficava encarregado de pegar um trecho da estrada estadual, onde só havia grandes árvores fechadas ao redor, e algumas industrias distribuidas na beira da estrada.
“Acho melhor eu ler denovo a minha parte, já que estou sem fazer nada”. Quando pegou o polígrafo, Felipe só teve tempo de escutar um grande barulho, um barulho de freios. A barra do assento a sua frente veio de encontro a sua testa, ou foi sua testa que procurou a barra.

4 Comments:
legal seu blog
adorei o sepultamento de ferro retorcido
Gostei muito do seu blog, vou ler sem pressa!
Tbm escrevo contos/histórias em meu blog.
http://alehzau.spaceblog.com.br
bye
Seu blog é ótimo. Adorei.
Escreve muito bem, sabe usar as palavras certas pra entreter. Parabéns, mesmo.
Seu blog é muito legal voce escreve muito bem
http://descansandoamente.blogspot.com/
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